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Tipos de Hemofilia

A hemofilia é uma doença genética caracterizada pela dificuldade que o paciente tem em coagular o sangue, sendo um problema quando ocorre uma lesão ou quando o corpo precisa cicatrizar uma ferida.

Essa doença possui dois tipos, sendo eles:

• Tipo A: causada pela deficiência no fator VIII
• Tipo B: causada pela deficiência no fator IX
• Tipo C: causada pela deficiência no fator XI

O mais comum é o tipo A, porém, ambos se manifestam da mesma forma, através de sangramentos internos (como em músculos e articulações) e externos (gengivas e nariz). Além disso, quando há um ferimento, o sangramento leva mais tempo para cicatrizar.

Quer saber mais sobre hemofilia? Entre em contato e marque sua consulta!

Dra. Regina Biasoli

Hematologista e Clínica Geral

CRM 75627

RQE 30670

 

Você sabe quais são as principais causas da linfocitose?

A linfocitose ocorre quando há um aumento anormal da taxa de linfócitos – os glóbulos brancos – no sangue. Essas células são responsáveis pelo sistema imunológico do corpo e quando há esse aumento, geralmente significa que há uma infecção.

As principais causas para a linfocitose são:

• Doenças virais, como sarampo, mononucleose e hepatite
• Leucemia linfocítica crônica e aguda
• Linfoma
• Doenças bacterianas, como coqueluche e tuberculose

Para prevenir a linfocitose, o ideal é cuidar da saúde e procurar um especialista assim que o primeiro sintoma aparecer, além de fazer o checkup sempre e manter os exames em dia.

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Dra. Regina Biasoli

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Quais os sintomas da trombofilia?

A trombofilia é a predisposição que uma pessoa tem de formar coágulos no sangue, aumentando as chances de desenvolver trombose, ter um AVC e embolia pulmonar.

Os principais sintomas são:

• Inchaço e dor no local afetado
• Aumento da temperatura onde formou-se o coágulo
• Dilatação de vasos e alteração da cor para azulado

Além disso, mulheres que possuem trombofilia precisam ser acompanhadas principalmente durante a gravidez, já que essa condição afeta a formação do feto e leva a paciente a ter abortos recorrentes.

Tem alguma dúvida? Entre em contato

Dra. Regina Biasoli

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SAF Catastrófica

A SAF Catastrófica é caracterizada pela trombose generalizada de variados órgãos, seguida da falência dos mesmos, em associação com anticorpos antifosfolípides. Ela é uma variante da síndrome antifosfolípide, e pode aparecer em pacientes sem este diagnóstico ou mesmo naqueles que estão com a síndrome primária ou secundária, mesmo com o uso de terapia anticoagulante.

As pessoas que estão com a SAF Catastrófica apresentam obstruções de pequenos vasos, que podem surgir após um trauma, uma infecção ou após uma cirurgia.

Possui alguma dúvida? Comente aqui!

Dra. Regina Biasoli

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Quais exames da SAF devem ser feitos?

Como já vimos, o diagnóstico da SAF é sempre feito pelo médico, que analisa os sintomas, e os exames laboratoriais do paciente. Desconfia-se da síndrome em casos de abortos por repetição ou de trombose (venosa ou arterial). Nesses casos, o médico solicita ao paciente alguns exames de sangue para investigar a SAF. E, para uma melhor precisão no diagnóstico, normalmente é requisitado em dois momentos distintos, com um intervalo de 12 semanas entre eles. Confira, a seguir, quais são esses exames:
• Anticardiolipina;
• anticoagulante lúpico;
• anti-beta-2-glicoproteína I.
Com os resultados desses exames em mãos, é possível identificar a presença dos anticorpos antifosfolípides no sangue do paciente. Em alguns casos, os níveis dos anticorpos podem variar por alguma razão, caso a pessoa esteja passando por uma infecção, por exemplo. Por esse motivo, é solicitado a repetição desses exames. É importante enfatizar sempre, que para todo e qualquer diagnóstico procure sempre o seu médico.

Dra. Regina Biasoli

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Espectro clínico da SAF

Como já vimos, a SAF é uma doença que tem como característica principal a ocorrência de abortos por repetição e eventos trombóticos no organismo do paciente. Mas, você sabe qual é o espectro clínico dessa síndrome? A manifestação trombótica mais conhecida é a trombose venosa profunda dos membros inferiores, que em alguns casos pode-se encaminhar para uma embolia pulmonar.

A segunda mais comum que vemos na medicina, é o acidente vascular cerebral. É importante enfatizar que qualquer sistema vascular do organismo pode ser prejudicado nos pacientes com SAF. Outras manifestações clínicas são:
• Anticorpo Antifosfolípides positivos em assintomáticos;
• SAF com eventos vasculares
• SAF com apenas eventos obstétricos;
• SAF catastrófica;
• Anticorpo Antifosfolípides com manifestações não trombóticas
Tem alguma dúvida sobre a SAF? Comente aqui!

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Posso fazer algo para evitar ou eliminar os anticorpos antifosfolípides?

Posso fazer algo para evitar ou eliminar os anticorpos antifosfolípides? Infelizmente, não. A produção deles ainda não é totalmente compreendida pelos profissionais da área da saúde. O que é recomendado para os pacientes que possuem esses anticorpos é evitarem ao máximo o tabagismo e a obesidade, pois essas situações aumentam o risco para uma possível trombose.

Quer saber mais sobre os anticorpos antifosfolípides? Comente aqui e tire as suas dúvidas!

Dra. Regina Biasoli

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Conheça o exame de anticorpos antifosfolípides

Quando um paciente apresenta um quadro de trombose ou de abortos de repetição, o médico investiga as possíveis causas para isso estar acontecendo naquele organismo. Normalmente, é solicitado uma avaliação da síndrome de anticorpos antifosfolípides ou de um tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) elevado.

Esses exames são utilizados para identificar os anticorpos produzidos como uma resposta autoimune a fosfolipídios, e que possuem um papel importante na coagulação do sangue.

Dra. Regina Biasoli

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Tratamento de anticorpos antifosfolípides

O tratamento de anticorpos antifosfolípides consiste no uso de remédios anticoagulantes, que ajudam a prevenir o surgimento de coágulos sanguíneos. É importante enfatizar que mulheres que apresentam anticorpos antifosfolípides positivos, não devem aderir a terapia de reposição hormonal contendo estrógeno ou o utilizar anticoncepcionais.

Vale ressaltar também que os pacientes com positividade a esses anticorpos, devem ter uma boa saúde cardiovascular, principalmente tendo os níveis de colesterol e de pressão controlados. Tabagismo e Obesidade são duas questões que não podem fazer parte da vida dessas pessoas.

Dra. Regina Biasoli

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Tipos de Anticorpos Antifosfolípides

A literatura médica considera três principais tipos de anticorpos antifosfolípides. Confira, a seguir quais são eles:

· Anticardiolipina IgG ou IgM;
· Anticoagulante lúpico;
· Anticorpos anti-beta2-glicoproteína I (anti-beta2-GPI) IgG ou IgM.

Chamam a atenção do médico, a partir do momento que o paciente apresenta resultados positivos em dois momentos distintos, com intervalos de 6 a 12 semanas. Os níveis desses anticorpos devem ser de moderados a altos (acima de 20 ou 40); exceto o anticoagulante lúpico cujo resultado é apenas positivo ou negativo.

Dra. Regina Biasoli

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